Programa da PBH tem seis vagas em equipe de vôlei para pessoas com deficiência

Programa da PBH tem seis vagas em equipe de vôlei para pessoas com deficiência
Única equipe de vôlei sentado de Minas Gerais, o Sada/AM Paradesportos-PBH tem seis vagas disponíveis para pessoas com deficiência na categoria iniciantes. Filiada à Federação Mineira de Voleibol (modalidade paradesporto), a equipe é mantida pela Associação Mineira de Paradesporto com o apoio do Superar, programa desenvolvido pela Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Os interessados podem entrar em contato com a responsável pela seleção, Carla Dantes, gestora do Vôlei sem Limites, por meio do telefone 3246-5097 ou do endereço eletrônico carlamacedo@pbh.gov.br. As atividades e os testes da equipe são realizados no Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência (avenida Nossa Senhora de Fátima, 2283, no bairro Carlos Prates), às terças e quintas, das 19h30 às 22h30, e aos sábados, das 10h às 13h.

As vagas são voltadas para candidatos dos sexos feminino e masculino, com uma das deficiências a seguir: amputação de membro superior (abaixo do cotovelo), poliomielite leve e lesão articular (quadril e pé).

Vôlei sem Limites

O Vôlei Sem Limites é um projeto que faz parte do Superar, programa da Prefeitura de Belo Horizonte com 16 modalidades e que promove atividades físicas para cerca de 900 pessoas com deficiência física, visual, intelectual, auditiva, múltipla e autismo.

Na temporada deste ano, o Sada/AM Paradesportos-PBH recebeu investimentos que viabilizaram uniformes, materiais esportivos e a contratação de treinador e fisioterapeutas especializados para a evolução física e técnica dos atletas.

Os recursos financeiros são procedentes do patrocínio da Sada, obtido pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer por meio da elaboração do projeto Vôlei Sem Limites, aprovado pela Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. De acordo com Carla Dantes, gestora do Vôlei sem Limites, o projeto promove inclusão social e qualidade de vida. Com a ajuda do esporte, segundo ela, há casos de atletas da equipe que conquistaram espaços no mercado de trabalho, socialização e novas perspectivas de vida.

Outro benefício do projeto são as viagens realizadas pelo time para competições em outros estados, o que contribui para a profissionalização da equipe e proporciona oportunidades de passeios turísticos.

Sobre a modalidade

No vôlei sentado, podem competir homens e mulheres com alguma deficiência física ou relacionada à locomoção. São seis jogadores em cada time, divididos por uma rede de altura reduzida e em uma quadra menor que a da versão olímpica da modalidade. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes.

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Pedro Franco

Jornalista. Diretor e Editor Chefe do Jornal Da Comunidade.

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