Prefeitura oferece atendimento domiciliar para pacientes após alta

O Serviço de Atenção Domiciliar, ofertado pela Prefeitura de Belo Horizonte, presta assistência em saúde na casa dos pacientes que demandam cuidados de complexidade intermediária, ou seja, que não necessitam de internação hospitalar, mas que precisam de cuidados especiais. O supervisor de serviços gerais, Ronaldo da Silva Galdino, 57 anos, recebe os cuidados em casa e destaca a importância do serviço.

“Eu só tenho o que agradecer. Estou sendo muito bem tratado e estou muito feliz por ter esse suporte em casa, ajudando ainda mais na minha recuperação”, falou Ronaldo Galdino, muito emocionado. Diagnosticado com trombose venosa, o supervisor de serviços gerais passou por cirurgia e ficou 28 dias internado no Hospital Risoleta Neves. A internação durou tempo maior do que o previsto, devido a uma pneumonia. Logo após a alta, uma equipe do Serviço de Atenção Domiciliar da regional Venda Nova, foi até a sua residência para dar prosseguimento ao tratamento.

A equipe, composta por médica generalista, fonoaudióloga, nutricionista e técnico de enfermagem, checou o prontuário, aferiu a pressão arterial, colheu amostra de sangue, sanou as dúvidas paciente e reforçou as orientações médicas e terapêuticas.

O Serviço de Atenção Domiciliar dá assistência em saúde na casa dos pacientes que demandam cuidados de complexidade intermediária, ou seja, que não necessitam de internação hospitalar, mas que precisam de cuidados especiais. São cerca de 300 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e farmacêutica. Atualmente, o serviço está presente em 10 hospitais de Belo Horizonte e são feitos em média, mais de 1 mil atendimentos mensais.

Segundo a coordenadora do Serviço de Atenção Domiciliar, Raquel Felisardo, o serviço é uma extensão do hospital no domicílio, possibilitando os cuidados profissionais e a rápida recuperação dos pacientes agudos ou crônico agudizados, que precisam temporariamente de algum cuidado na fase após alta hospitalar. “O nosso trabalho agiliza a retirada do paciente do hospital para que ele se recupere em casa, tendo tratamento adequando no domicílio e junto à família, dessa forma a resposta ao tratamento e a satisfação dos pacientes, é maior”.

Ainda de acordo com Raquel Felisardo, as vantagens não param por aí. “Além desses benefícios, há redução de custos com internação, maior giro de leitos hospitalares e acelera os cuidados na rede pública de saúde. Esse paciente vai para casa estável, com tratamento, diagnóstico definido e plano terapêutico indicado”.

Fonte: Prefeitura de Belo Horizonte

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