Chuvas inundam casas

Inundações de casas e comércios as margens do Ribeirão Arrudas, na extensão da Avenida Tereza Cristina, ocor-rem a cada chuva intensa que cai na região Oeste de Belo Horizonte. Os mora-dores contabilizam 12 transbordamentos su-cessivos do leito do rio, em dias diferentes des-te ano.

Asfaltos arrancados e buracos na extensão da avenida, proibido o transito de veículos , nas casas os moradores desesperados com seus moveis e pertences destruídos, tendo suas rotinas vidas alteradas e paralisadas sem como solucionar a recupera-ção do seu imóvel. Esta é a principal reclama-ção de todos que foram atingidos.

A ação imediata de moradores em busca de socorro forma uma corrente de solidarie-dade mobilizando a comunidade oferecen-do ajuda com doações de alimentos, roupas, moveis e utensílios, material de limpeza. Os órgãos públicos provi-denciam a limpeza das vias e sinalizam para o transito de veiculos.

É lenta a recuperação das vias atingidas e não há sinalização de indenização de mora-dores e comerciantes pelos seus prejuízos. As manifestações
Moradores do Bairro Betânia, foram às ruas protestar contra a situação de calamidade que acontece sempre que os temporais che-gam à cidade.

Na Avenida Tereza Cristina, logo após a chuva que causou transtornos em imóveis residenciais e comer-ciais, a população ocu-pou a via para queimar objetos que foram dani-ficados com a água, como colchões, armá-rios, e outros itens, até mesmo refrigeradores. Mais de 300 famílias fecharam a avenida com entulhos deixados pela chuva, que foram incendiados.

O presidente da Associação de Moradores e Empreendedores do Vila Betânia, Gladson Reis, reuniu moradores em uma campanha de solidariedade e dona-tivos foram entregues na Paróquia São Sebas-tião, no bairro Betânia, com o apoio da Cruz Vermelha foram coletados milhares de roupas, alimentos, utensílios, materiais de limpeza.

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